segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

O abismo que habita em mim é assustador.

 É tão assustador você estar com você mesma uma vida toda, o tempo inteiro, e não saber quem é você de verdade. Você se olha e se enxerga com base nas palavras e opiniões alheias, de quem nem nunca se atreveu a olhar pra dentro de si mesmo(a).

Estar ausente de si mesmo(a) é estar dentro de si mesmo(a) e ainda assim não se conhecer de verdade, é nunca ter um encontro de verdade consigo, porque o espelho da identidade foi moldado pelo olhar dos outros.

 Eu estou curtindo e gostando de descobrir características minhas que nunca pensei que tivesse.

Eu não conhecia a minha essência, a minha profundeza.

Olhar pra dentro de mim me assustava; era como encarar o vácuo: escuro, silencioso e sem fim.

Como se dentro de mim existisse um universo, carregado de tudo e de nada ao mesmo tempo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Mães, mulheres da bíblia.



Rute: Mulher  Fez um dos mais lindos votos de fidelidade a sua sogra “Onde quer que pousares, ali pousarei eu. O teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus." Mulher cheia de virtudes, amiga, responsável trabalhava e sempre o fazia com muito carinho, fazendo o melhor. Tinha uma boa reputação, honesta e íntegra ela sempre chamava a atenção. Amigável, mãe amável. Companheira, dedicada, mesmo em tempos difíceis ela não murmurava.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017



"Não se concentre tanto nas minhas variações de humor, apenas insista em mim. Se eu calar, me encha de palavras, me faça querer dizer outra e outra vez sobre você, sobre nós, e todo esse amor. Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é? O sorriso um do outro. Não é?"



Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Meu amor... meu desejo...eu sonho com o teu toque, o teu sorriso é o meu delírio. ❤💖💗




sexta-feira, 10 de março de 2017

Indicação de Filmes:

Estou compartilhando os filmes que me fizeram refletir:



                                     Sete Vidas


 Ben Thomas (Will Smith) é um agente do imposto de renda que possui um segredo trágico. Por conta disso, ele é um homem que tem um grande sentimento de culpa, o que faz com que salve as vidas de completos desconhecidos. Porém, tudo muda quando ele conhece Emily Posa (Rosario Dawnson), pela primeira vez é Ben quem tem a chance de ser salvo. 






                                     3096 Dias 


É um filme baseado na história real de Natascha Kampusch, que foi raptada e mantida em cativeiro entre os anos de 1998 e 2006. Capturada em uma rua de Viena aos dez anos, o longa narra sua vida ainda em liberdade, passando pelo período de isolamento completo do mundo exterior, onde sofreu abusos físicos e psicológicos, até o momento de sua fuga e readaptação a vida em sociedade.  
 Natascha Maria Kampusch (Viena, 17 de fevereiro de 1988) é uma cidadã austríaca conhecida por seu sequestro aos dez anos de idade, em que passou mais de oito anos em cativeiro. Aprisionada numa cela no porão da casa de seu raptor, Wolfgang Přiklopil, desde 2 de março de 1998, quando se encontrava a caminho da escola, escapou em 23 de agosto de 2006, com então 18 anos. O caso foi descrito como um dos mais dramáticos da história criminal da Áustria.
Cativa e isolada do mundo da infância ao fim da adolescência, foi submetida a todo tipo de humilhação psicológica e sexual, tortura física com surras constantes e privação de comida e luz. Sua fuga causou o suicídio de seu sequestrador, uma comoção nacional e uma crise no governo e nos serviços de segurança do país, com relação às falhas descobertas e ao acobertamento de erros na investigação policial, durante os anos em que esteve desaparecida, e que poderiam ter levado à sua libertação mais cedo.
A história de Natascha chocou o mundo,[1] transformou-a numa celebridade nacional e internacional e resultou numa autobiografia3096 dias (3096 Tage), em documentários, num filme baseado em seu livro e num posterior talk show na televisão. Fonte Wikipédia.

                                    

                               

                           A  Garota do Livro


 Alice Harvey (Emily VanCamp), de 28 anos, é uma assistente de uma editora de livros, e sonha em ser escritora. Filha de um poderoso agente literário de Nova York, ela vai ser obrigada e enfrentar dolorosos acontecimentos de seu passado, ao ser convidada para trabalhar no lançamento de um livro de Milan Daneker (Michael Nyqvist), um antigo cliente de seu pai. A jovem precisará ter forças para enfrentar antigos demônios de sua mente, e quebrar seu bloqueio criativo que a impede de realizar seus desejos.
Foi através desse filme que me motivou a continuar escrevendo e postando coisas no meu blog,





                       The Monster of Mangatiti

Heather aceita emprego de tutora numa fazenda isolada na Nova Zelândia. Lá, tem sua vida transformada em pesadelo, vivendo numa prisão psicológica. O filme é baseado em fatos reais, ocorridos em 1985.



  Frankie & Alice


Frankie (Halle Berry) é uma dançarina noturna que sofre com o transtorno de múltiplas personalidades, e luta diariamente contra seus alter egos bem específicos: uma criança de sete anos chamada Genius e uma mulher branca racista chamada Alice. A fim de eliminar estas vozes interiores, ela passa a frequentar sessões com um psicoterapeuta, Dr. Oz (Stellan Skarsgard), para decifrar e superar seus fantasmas pessoais.

   
Lembranças de um Amor Eterno
    
A estudante universitária Amy (Olga Kurylenko) leva uma vida de excessos. Trabalhando como dublê, ela faz acrobacias cheias de suspense e perigo, durante cenas de ação. A jovem passa seu tempo livre trocando mensagens com seu namorado, o professor de astrofísica Edward (Jeremy Irons), pelo computador. Após ele negar se encontrar com Amy, ela irá descobrir um triste segredo de seu amado. 



7 AÑOS 

 Lealdades são colocadas á prova e a cruel natureza humana vem á tona  quando quatro sócios precisam decidir qual deles pagará pelo crime que cometeram. 



O Padrasto 

Após passar um tempo estudando em um colégio militar, Michael (Penn Badgley) descobre que sua mãe, Susan (Sela Ward), está morando com seu novo namorado, David Harris (Dylan Walsh). Ela parece profundamente envolvida com seu novo amor e demonstra estar feliz com o relacionamento. Entretanto, quanto mais Michael conhece David, mais ele passa a suspeitar das verdadeiras intenções de seu novo padrasto.  


Escutar com empatia – Comunicação não violenta e Rogers.

Olá amigos!
Desde agosto de 2016 comecei a estudar a Comunicação Não-Violenta (CNV), também chamada de Comunicação Compassiva. O grande objetivo da CNV é nos ensinar sobre como expressar nossas observações, sentimentos, necessidades e pedidos e ouvir das outras pessoas as suas necessidades, de uma forma que a vida de todos se enriqueça – em uma relação ganha-ganha. 
Escrita pelo   | Dicas PráticasRelacionamentos.

Escuta empática

Aprendi muito nestes últimos dez anos como psicólogo clínico e considero fundamental ter aprendido que nem sempre precisamos fazer alguma coisa. O Jacques Allain-Miller, da psicanálise lacaniana, dizia que o analista tem que se livrar da culpa de não fazer nada.
Não entendam mal. Não é que o psicólogo fique parado só esperando a hora passar. Temos milhares de técnicas, avaliações e procedimentos, mas é preciso ter sensibilidade para a necessidade atual (na sessão) do paciente. Explicando melhor, em alguns momentos de um atendimento, ou em um atendimento inteiro, o melhor procedimento é apenas ouvir, com atenção. É a chamada escuta empática.
A escuta empática não é ficar em silêncio dizendo aham, hum, mas sim estar totalmente presente para a pessoa à nossa frente, dando espaço e tempo para que ela possa se expressar com liberdade.
Evidentemente, a escuta empática não se limita ao nosso trabalho no consultório. Em um mundo ideal, todos os diálogos seriam diálogos em que haveria conexão, em que uma pessoa escutaria empaticamente a outra.

O que bloqueia a escuta empática

Quando ouvimos alguém no dia a dia, muitas vezes interrompemos a fala e já sobrepomos alguma coisa nossa. Isso faz com que a conexão seja perdida e muitas vezes haja frustração e desentendimentos. Alguns comportamentos comuns que frequentemente ocorrem e bloqueiam a escuta empática:
⁃ aconselhar: “acho que você deveria… como você não fez…”
⁃ gabar-se: “isso não é nada, escute o que aconteceu comigo…”
⁃ educar: “isso pode se transformar em uma experiência positiva para você se você…”
⁃ consolar: “não foi sua culpa, você fez o melhor que você pode”
⁃ contar uma história: “isso me lembra a vez em que…”
⁃ cortar: “ah, para. Não fique tal mal…”
⁃ simpatizar: “oh que pena para você…”
⁃ interrogar: “desde quando isso começou?”
⁃ explicar: “eu teria ligado mas…”
⁃ corrigir: “isso não foi o que aconteceu” (Marshal Rosenberg, Nonviolent Communication, capítulo 7).

O que fazer para promover a escuta empática

Além de procurar evitar estes comportamentos listados acima – quando o que a pessoa quer é se expressar livremente e não solicitou nem conselho, nem crítica, nem julgamento, nem uma história parecida – o que devemos fazer para promover a escuta empática é bem simples. Bem simples e extremamente eficaz. E este procedimento foi extensamente utilizado na psicologia humanista de Rogers, com sucesso, e na comunicação não violenta: refletir ou parafrasear.
Em momentos que queremos apenas abrir o nosso coração e dizer como estamos nos sentindo, ou algo que aconteceu (uma observação), ou uma necessidade, um desejo, uma vontade, é ótimo ter a impressão de que estamos sendo ouvidos de verdade. E a forma que mais traz segurança de que estamos sendo escutados atentamente – junto de certos sinais não-verbais – é quando a outra pessoa nos diz o que acabamos de dizer, como um eco, um reflexo, uma paráfrase.
Vamos ver um exemplo de Rogers, no livro Tornar-se Pessoa. Note como Rogers apenas ouve e reflete o que o paciente (ou cliente – C) disse antes.

Psicoterapia em Rogers

C: Não me parece ser possível a ninguém relatar todas as mudanças que sente. Mas eu certamente tenho sentido nos últimos tempos que tenho mais respeito pela minha constituição fisica, mais objetividade com relação a esta. Quero dizer que não espero demais de mim mesmo. É assim que funciona: parece-me que no passado costumava lutar contra um certo cansaço que sentia após as refeições. Bem, agora tenho plena certeza de que realmente estou cansado — de que não estou me fazendo de cansado — que estou simplesmente fisiologicamente mais fraco. Parece que eu estava constantemente criticando meu cansaço.
T: Então você se deixa estar cansado, ao invés de sentir, além disso uma espécie de crítica.
C: Sim, de que eu não deveria estar cansado ou algo assim. E me parece de um certo modo ser bem profundo o fato de que simplesmente não posso lutar contra esse cansaço, e isto é acompanhado também por um sentimento real de que tenho que ir mais devagar, de modo que estar cansado não é uma coisa tão horrível. Acho que também posso como que estabelecer uma ligação aqui de por que eu deva ser assim, da maneira como meu pai é. e da maneira como encara algumas dessas coisas. Por exemplo, digamos que eu estivesse doente, e eu lhe contasse, e pareceria que abertamente ele gostaria de fazer algo a respeito, mas também faria transparecer: “Oh meu Deus, mais problemas”. Você sabe, algo assim.
T: Como se houvesse algo bem importuno com o fato de se estar fisicamente doente.
C: Sim, tenho certeza de que meu pai tem o mesmo desrespeito pela sua própria fisiologia que eu tive. No verão passado, eu torci minhas costas, eu a distendi, a ouvi estalar e tudo o mais. Primeiro houve uma dor real ali todo o tempo, realmente aguda. Fui ao médico para que me examinasse e ele disse que não era sério, que curaria por si só contanto que não me curvasse muito. Bem, isso aconteceu há alguns meses e tenho percebido ultimamente que puxa vida, é uma dor real e ainda persiste — e não é minha culpa.
T: Isto não prova algo ruim a seu respeito.
C: Não. E uma das razões por que pareço ficar mais cansado do que deveria talvez seja essa tensão constante, e então já marquei uma consulta com um dos médicos no hospital para que me examinasse e tirasse uma radiografia ou algo assim. De uma certa forma acho que poderia dizer que estou simplesmente mais acuradamente sensível ou objetivamente sensível a esse tipo de coisa… E isto constitui uma mudança realmente profunda como disse, e evidentemente minha relação com minha esposa e meus dois filhos está bem, você não a reconheceria se pudesse me ver por dentro como aliás, fez você quero dizer parece simplesmente não haver nada mais maravilhoso do que verdadeira e genuinamente realmente sentir amor por seus próprios filhos e ao mesmo tempo recebê-lo. Não sei como colocar isso. Temos tido um respeito cada vez maior ambos por Judy e temos notado que — à medida que participamos disso observamos uma enorme mudança nela — isso parece ser um tipo de coisa bem profunda.
T: Parece-me que está dizendo que pode ouvir mais acuradamente a si mesmo. Se o seu corpo diz que está cansado, você o ouve e acredita nele, ao invés de criticá-lo; se está com dor, você pode ouvir isto; se o sentimento é realmente amor por sua esposa ou filhos, você pode sentir isto, e isto parece se revelar também nas diferenças provocadas neles.

Conclusão

Neste breve texto, procurei mostrar o que é a escuta empática. Ouvir atentamente, criar conexão com a outra pessoa que está se expressando. Não é por maldade que às vezes queremos contar uma história nossa, dar um conselho, etc. Também pode ser uma necessidade de expressarmos o nosso ponto de vista ou à nós mesmos.
Entretanto, muitas vezes quando fazemos isso, interrompemos o que a outra pessoa estava procurando formular e dizer e rompemos uma grande oportunidade de criar uma ponte e aprender o que a outra pessoa está pensando e sentindo.
A escuta empática é, em resumo, estar presente e aberto para ouvir e refletir (dizendo de novo) o que acabamos de escutar. Façam o teste e depois comentem como é uma experiência maravilhosa para si e para o outro.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Pedidos de desculpas

Qualquer pessoa sabe que erra, quando erra. A não ser um monstro, todas as pessoas têm consciência e após cometerem um erro, grave ou não, sentem culpa. Podem não admitir, mas, lá no fundo, existe essa consciência.
Conheci um casal que, devido à brigas cotidianas bobas, ficou mais de 30 anos sem se falar, vivendo na mesma casa. Já no final da vida, finalmente, pediram desculpas um para o outro. Não consigo pensar em um exemplo maior de orgulho. É como se cada um soubesse sempre dos seus próprios erros, mas não quisesse admitir. E, na medida em que os dois cresceram em um período no qual a separação era impensável (até de certa forma ilegal), eles não precisavam admitir ou superar, pois de toda forma estariam casados – se falando ou não.
O que este exemplo também ilustra é que pedir desculpas tem uma função. Se há um erro, se há consciência de que há um erro, mas não há necessidade, para quê pedir desculpas? Em outras palavras, qual é a função e o que é um pedido de desculpas?
Um pedido de desculpas, como sabemos, é um comportamento verbal, falado ou escrito: “Te peço desculpas por ter feito aquilo”… “Me desculpe por ter falado daquela forma”…
Ou seja, são palavras ditas por alguém para algum outro ou outra. Existe certa relação com culpa (des-culpa). A outra pessoa pode aceitar ou não o pedido. Em todos os casos, um pedido de desculpas são apenas palavras. Talvez as palavras contenham uma promessa: “Não farei novamente”.

A mudança de comportamento

Uma boa parte da psicologia clínica lida com a mudança de comportamentos. E, por esta razão, é de especial interesse para nós, psicólogos clínicos, saber como o comportamento muda. Didaticamente, podemos dizer que existem variáveis que alteram o agir.
  1. Intervenções físicas: se uma pessoa utiliza algum tipo de substância química que altere o seu sistema nervoso central, ela com certa probabilidade terá modificações em seu comportamento. Desde um relaxante muscular até uma droga excessivamente forte como o crack, passando pelo álcool, tabaco e café, substâncias específicas influenciam.
  2. Contexto ou ambiente: o famoso dizer “diga-me com quem anda que direi quem és” – embora controverso – indica que o contexto social pode mudar o comportamento. Isso não significa que todo mundo é volúvel, mas é certo que falamos e agimos de certa forma com a família, de outra com os amigos e de outro com desconhecidos (apenas para exemplificar).
Analisando por outra perspectiva, podemos ver que a mudança de comportamento ocorre sob duas condições:
  1. Comportamento influenciado por contingências: depois de ter uma ressaca homérica por ter bebido vodka, uma pessoa nunca mais toma vodka. Neste caso, as consequências diretas ocasionam a transformação.
  2. Comportamento governado por regras: dizem que, inicialmente, a proibição de comer carne de porco – entre os judeus – era uma questão de saúde pública. Quer dizer, recomendou-se em virtude de problemas com a carne. Porém, a recomendação virou uma regra: “nunca comerás carne de porco”.
Uma maneira de entender estas duas condições é pensar que aprendemos pela experiência e aprendemos por orientações, por ouvir dizer (apesar que um comportamento governado por regras pode também ser auto-imposto).


O melhor pedido de desculpas

Se alguém nos magoa, ouvir um pedido de desculpas pode aliviar um pouco o sofrimento. Porém, se a pessoa age do mesmo jeito de novo e de novo e torna a se desculpar, com o tempo, as desculpas acabam parecendo cada vez mais vazias.
E, embora o ideal fosse ter a capacidade de perdoar centenas ou milhares de vezes, nem sempre vai existir a capacidade ou a vontade de fazê-lo.
Muitas vezes, aceita-se um pedido de desculpas com a condição de que não aconteça mais o que aconteceu. Se isso não se realiza, cria-se o sentimento de desconfiança e talvez até de afastamento definitivo.
Um exemplo empresarial. Certa vez, contratei o serviço mensal de uma grande empresa. Contudo, a empresa passou a me cobrar – automaticamente – faturas duplicadas. No primeiro mês, aceitei o estorno e o pedido de desculpas pelo erro. No segundo mês em que as faturas foram novamente duplicadas, cancelei o serviço.
Através deste exemplo, vemos que a não mudança de comportamento, neste caso da empresa, indica a probabilidade alta de que o comportamento se repita no futuro.

Conclusão

Lidar com pessoas é muito complicado porque cada pessoa tem a sua história de vida, e cada comportamento é influenciado pela junção de vários fatores. Razão pela qual é impossível controlar o comportamento alheio, não importa se é um parente próximo como um filho ou irmão, um namorado ou namorada, esposa ou marido.
Mas há uma saída. Cada um pode controlar em grande medida o seu próprio comportamento. Podemos esperar 30 anos para pedir desculpas, ou não. Podemos escolher uma empresa que faça o que promete e cobre de acordo. Podemos escolher, igualmente, as pessoas com as quais queremos conviver e compartilhar os momentos dessa vida.
Felipe de Souza  Psicólogo Clínico e Online (CRP 04/25443)